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Espiritismo no dia a dia

Esta página foi feita para você que está querendo conhecer o espiritismo ou que está interessado em arregaçar as mangas e colocar em prática os ensinamentos recebidos.

 

• Como levar o espiritismo para nosso dia a dia, nas relações mais comuns?

• Como experimentá-lo na prática?

• Ele é realmente útil?

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Palestra no Centro Espírita Friburguense

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01. O valor da prática no dia a dia

Rosa, desde criança, era encantada pelo som da flauta. Ainda jovem, começou a estudar todos os tipos de flautas. Conhecia a história da flauta, os tipos, as diferentes marcas... Porém, Rosa nunca tocou o instrumento...

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Apenas o conhecimento teórico, simplesmente intelectual não é capaz de gerar o aprendizado. Quando aplicamos o que foi estudado na situação real que estamos vivendo, observamos que surgem novos desafios, novos caminhos, novas dúvidas... nos convidando ao mergulho mais profundo, em nós mesmos, para buscarmos soluções.


“Só é útil o conhecimento que nos torna melhores.” – Sócrates.

“Quanto mais inteligência tem o homem para compreender um princípio, tanto menos escusável é de o não aplicar a si mesmo.” - O Livro dos Espíritos > Parte terceira — Das leis morais > Capítulo X - 9. Lei de liberdade

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“Quanto mais inteligência tem o homem para compreender um princípio, tanto menos escusável é de o não aplicar a si mesmo.” O Livro dos Espíritos > Parte terceira — Das leis morais > Capítulo X - 9. Lei de liberdade

“Quanto mais inteligência tem o homem para compreender um princípio, tanto menos escusável é de o não aplicar a si mesmo.” - O Livro dos Espíritos > Parte terceira — Das leis morais > Capítulo X - 9. Lei de liberdade

“Quanto mais inteligência tem o homem para compreender um princípio, tanto menos escusável é de o não aplicar a si mesmo.” - O Livro dos Espíritos > Parte terceira — Das leis morais > Capítulo X - 9. Lei de liberdade

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02. Buscas, pesquisas e indagações que começam a surgir à medida que nos aprofundamos...

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Buscando Respostas

Que é o que resulta dos embaraços que se oponham à liberdade de consciência?

“Constranger os homens a procederem em desacordo com o seu modo de pensar, fazê-los hipócritas. A liberdade de consciência é um dos caracteres da verdadeira civilização e do progresso.”

O Livro dos Espíritos > Parte terceira — Das leis morais > Capítulo X - 9. Lei de liberdade > Liberdade de consciência.

Buscando Respostas

“Muitas pessoas chegam na casa espírita por uma necessidade íntima de encontrar respostas para suas vidas.” – Rogério Alves.


Quando questionamos a nossa realidade, começamos a ter um diálogo com nosso íntimo e, aos poucos, vai surgindo um gosto por refletir, por formular hipóteses, por encontrar outras possibilidades... E, assim, o horizonte vai se ampliando...

03. A palestra deve inspirar a busca pelo estudo

As palestras devem servir para que nós nos sintamos intrigados, provocados, para que discordemos do orador e possamos buscar por nós mesmos! – Rogério Alves.


O próprio sistema da doutrina, baseado em perguntas e respostas, propicia o diálogo consigo mesmo e facilita o entendimento. 

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“Após a ida à Casa Espírita, leve as indagações e reflexões com você. Nossa sugestão, por experiência própria, é começar o estudo através das obras fundamentais.” – Rogério Alves.

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04. O passe magnético

O que é o passe? O que esperar dele? Como ele funciona?

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“A diferença entre o magnetizador propriamente dito e o médium curador é que o primeiro magnetiza com o seu fluido pessoal e o segundo com o fluido dos Espíritos, aos quais serve de condutor.

 

O magnetismo produzido pelo fluido do homem é o magnetismo humano; o que provém do fluido dos Espíritos é o magnetismo espiritual.

O fluido magnético tem, pois, duas fontes bem distintas: os Espíritos encarnados e os Espíritos desencarnados. Essa diferença de origem produz uma grande diferença na qualidade do fluido e nos seus efeitos.

 

O fluido humano está sempre mais ou menos impregnado de impurezas físicas e morais do encarnado; o dos bons Espíritos é necessariamente mais puro e, por isto mesmo, tem propriedades mais ativas, que acarretam uma cura mais rápida.

Mas, passando através do encarnado, pode alterar-se como um pouco de água límpida passando por um vaso impuro, como todo remédio se altera se permanece muito tempo num recipiente impróprio e perde, em parte, suas propriedades benéficas.

Daí, para todo verdadeiro médium curador, a necessidade absoluta de trabalhar a sua depuração, isto é, o seu melhoramento moral, segundo este princípio vulgar:

 

Limpai o vaso antes de dele vos servirdes, se quiserdes ter algo de bom.

 

Só isto basta para mostrar que o primeiro que aparecer não poderá ser um médium curador, na verdadeira acepção da palavra.”

 

- Revista Espírita - Jornal de estudos psicológicos - 1865 > Setembro > Da mediunidade curadora

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Mas, passando através do encarnado, pode alterar-se como um pouco de água límpida passando por um vaso impuro, como todo remédio se altera se permanece muito tempo num recipiente impróprio e perde, em parte, suas propriedades benéficas.

 

Daí, para todo verdadeiro médium curador, a necessidade absoluta de trabalhar a sua depuração, isto é, o seu melhoramento moral, segundo este princípio vulgar:

 

Limpai o vaso antes de dele vos servirdes, se quiserdes ter algo de bom.

 

Só isto basta para mostrar que o primeiro que aparecer não poderá ser um médium curador, na verdadeira acepção da palavra.”

 

- Revista Espírita - Jornal de estudos psicológicos - 1865 > Setembro > Da mediunidade curadora

“Busque conhecer o que é o passe, se torne mais receptivo, entre em sintonia com esses amigos magnetizadores para conseguir captar os benefícios desse magnetismo.” – Rogério Alves. 

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05. A água magnetizada

Esta teoria nos dá a solução de um problema do magnetismo, bem conhecido mas até hoje, inexplicado, que é o fato da modificação das propriedades da água pela vontade.

 

O Espírito agente é o do magnetizador, na maioria das vezes assistido por um Espírito desencarnado.

 

Ele opera uma transmutação por meio do fluido magnético que, como já dissemos, é a substância que mais se aproxima da matéria cósmica ou elemento universal.


Livro dos Médiuns, Questão 131, Capítulo VIII - Do Laboratório do Mundo Invisível.

06. A prece

“Eu preciso sintonizar com uma proposta positiva, trazer minha alma, minha consciência para o momento da prece. Se presenteie com alguns minutos de introspecção, de busca interna, de revisão.” – Rogério Alves


4. Jesus definiu claramente as qualidades da prece. Quando orardes, diz ele, não vos ponhais em evidência; antes, orai em secreto.

 

Não afeteis orar muito, pois não é pela multiplicidade das palavras que sereis escutados, mas pela sinceridade delas.

 

Antes de orardes, se tiverdes qualquer coisa contra alguém, perdoai-lhe, visto que a prece não pode ser agradável a Deus, se não parte de um coração purificado de todo sentimento contrário à caridade.

 

Orai, enfim, com humildade, como o publicano, e não com orgulho, como o fariseu.

 

Examinai os vossos defeitos, não as vossas qualidades e, se vos comparardes aos outros, procurai o que há em vós de mau. (Cap. X, nos 7 e 8.) O Evangelho segundo o Espiritismo > Capítulo XXVII - Pedi e obtereis > Qualidades da prece

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07

Descobrindo o sentido do convívio com as pessoas que nos cercam e os sentimentos que podemos cultivar: simpatia, amizade, carinho, amor, perdão...

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07.

Mudando a forma de ver a vida e de se relacionar

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O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza.

Se ele interroga a consciência sobre seus próprios atos, a si mesmo perguntará se violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desprezou voluntariamente alguma ocasião de ser útil, se ninguém tem qualquer queixa dele; enfim, se fez a outrem tudo o que desejara lhe fizessem.

Deposita em Deus, na Sua bondade, na Sua justiça e na Sua sabedoria.

Sabe que sem a Sua permissão nada acontece e se Lhe submete à vontade em todas as coisas.
 

Tem fé no futuro, razão por que coloca os bens espirituais acima dos bens temporais.
 

Sabe que todas as vicissitudes da vida, todas as dores, todas as decepções são provas ou expiações e as aceita sem murmurar.


Possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperar paga alguma; retribui o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte, e sacrifica sempre seus interesses à justiça.

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Encontra satisfação nos benefícios que espalha, nos serviços que presta, no fazer ditosos os outros, nas lágrimas que enxuga, nas consolações que prodigaliza aos aflitos.

 

Seu primeiro impulso é para pensar nos outros, antes de pensar em si, é para cuidar dos interesses dos outros antes do seu próprio interesse.

 

O egoísta, ao contrário, calcula os proventos e as perdas decorrentes de toda ação generosa.

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O homem de bem é bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção de raças, nem de crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus.


Respeita nos outros todas as convicções sinceras e não lança anátema aos que como ele não pensam.


Em todas as circunstâncias, toma por guia a caridade, tendo como certo que aquele que prejudica a outrem com palavras malévolas, que fere com o seu orgulho e o seu desprezo a suscetibilidade de alguém, que não recua à idéia de causar um sofrimento, uma contrariedade, ainda que ligeira, quando a pode evitar, falta ao dever de amar o próximo e não merece a clemência do Senhor.


Não alimenta ódio, nem rancor, nem desejo de vingança; a exemplo de Jesus, perdoa e esquece as ofensas e só dos benefícios se lembra, por saber que perdoado lhe será conforme houver perdoado.

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É indulgente para as fraquezas alheias, porque sabe que também necessita de indulgência e tem presente esta sentença do Cristo: “Atire-lhe a primeira pedra aquele que se achar sem pecado.”


Nunca se compraz em rebuscar os defeitos alheios, nem, ainda, em evidenciá-los.

Se a isso se vê obrigado, procura sempre o bem que possa atenuar o mal.


Estuda suas próprias imperfeições e trabalha incessantemente em combatê-las.

Todos os esforços emprega para dizer, no dia seguinte, que alguma coisa traz em si de melhor do que na véspera.


Não procura dar valor ao seu espírito, nem aos seus talentos, a expensas de outrem;

aproveita, ao revés, todas as ocasiões para fazer ressaltar o que seja proveitoso aos outros.


Não se envaidece da sua riqueza, nem de suas vantagens pessoais, por saber que tudo o que lhe foi dado pode ser-lhe tirado.

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Usa, mas não abusa dos bens que lhe são concedidos, sabe que é um depósito de que terá de prestar contas e que o mais prejudicial emprego que lhe pode dar é o de aplicá-lo à satisfação de suas paixões.


Se a ordem social colocou sob o seu mando outros homens, trata-os com bondade e benevolência, porque são seus iguais perante Deus; usa da sua autoridade para lhes levantar o moral e não para os esmagar com o seu orgulho.

Evita tudo quanto lhes possa tornar mais penosa a posição subalterna em que se encontram.


O subordinado, de sua parte, compreende os deveres da posição que ocupa e se empenha em cumpri-los conscienciosamente. (Cap. XVII, nº 9.)


Finalmente, o homem de bem respeita todos os direitos que aos seus semelhantes dão as leis da Natureza, como quer que sejam respeitados os seus.


Não ficam assim enumeradas todas as qualidades que distinguem o homem de bem; mas, aquele que se esforce por possuir as que acabamos de mencionar, no caminho se acha que a todas as demais conduz.

O Evangelho segundo o Espiritismo > Capítulo XVII - Sede perfeitos > O homem de bem

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