Impressões
de um viajor...

ESPIRITISMO: INTELIGÊNCIA SOCIAL OU COLABORATIVA

30/11/2019

A implantação dos conceitos da doutrina espírita no dia a dia, quando trabalhamos de forma comunitária para que isso aconteça.

CASA ESPÍRITA E SEU PAPEL

16/12/2018

Centro espírita ou Centros sociais? 

Existe trabalhador pronto?

Você se dá a chance de experimentar ou fecha as portas toda vez que um novo convite lhe chega?

A ESTRADA DE EMAÚS

31/03/2019

Quais são as estradas de ilusões  do dia-a-dia que me afastam de crer, de sonhar?

FORA DO CENTRO ESPÍRITA

09/11/2018

Viver no mundo protegido do centro espírita deve ser só um momento curto e necessário para o aprendizado...

ENTREVISTA COM JACOB MELO

18/11/2018

Em um bate-papo descontraído, tivemos a oportunidade de conversar com Jacob Melo, magnetizador espírita, escritor, pós-graduado em psicanálise e pesquisador sobre Magnetismo.

O ESPÍRITA E O ESPIRITISMO

09/11/2018

Eu espírita não sou o Espiritismo, não tome o aluno pela ciência, não troque o trabalhador aprendiz pelo mestre ou pelo dono da vinha.

A ESTRADA DE EMAÚS

O Grupo Espírita Virtual Caminho De Luz é um grupo do Facebook criado para promover palestras e mensagens da doutrina espírita.

Seu objetivo é divulgar a doutrina espírita através de mensagens e palestras espíritas que são transmitidas ao vivo, dando a possibilidade a quem está assistindo, poder enviar as suas perguntas e se expressar.

 

É muito bom poder participar de iniciativas que possibilitam às pessoas que não podem ou têm extrema dificuldade de ir, fisicamente, assistir a uma palestra, a participar e estar em sintonia com a doutrina espírita.

Todas as segundas feiras às 21:00, eles têm um estudo espírita ao vivo, pelo qual agradecemos participar.

👉Clique nos títulos em destaque, abaixo, para ir ao exato momento onde o tema é abordado nesse encontro:

Parábola de Jesus: a Estrada de Emaús - Evangelho de Lucas, Cap. 24, versículos de 13 a 24

O caminho de volta para casa e o retorno ao cotidiano

Reflexão: Quais são as estradas de ilusões  do dia-a-dia que me afastam de crer, de sonhar?

A volta a Jerusalém: uma proposta de recomeço

Reflexão: Quantas oportunidades perdemos por não persistirmos no que acreditamos, deixando que as pequenas dificuldades se tornem enormes barreiras?

Necessidade de vivenciar o encontro com o Mestre no dia-a-dia (e não apenas nos momentos da Casa Espírita)

Reflexão: Você já pensou em separar um tempo dentro de sua rotina para conversar com o Amigo de todas as horas? 

O que fizemos do nosso tempo?

Reflexão: O que você prioriza em seu dia-a-dia?

 

A história do Quarto Sábio

Compartilhando uma experiência pessoal

Um "causo" sobre a morte

Para pesquisar:

The fourth wise man, 1985 ( O quarto sábio)

Clique para ver o filme completo no Youtube!

Rogério Alves.

 
 

A CASA ESPÍRITA E SEU PAPEL

A melhor maneira de ser feliz é saber que mudança
significa recomeço!

O Grupo Espírita Virtual Caminho De Luz é um grupo do Facebook criado para promover palestras e mensagens da doutrina espírita.

Seu objetivo é divulgar a doutrina espírita através de mensagens e palestras espíritas que são transmitidas ao vivo, dando a possibilidade a quem está assistindo, poder enviar as suas perguntas e se expressar.

 

É muito bom poder participar de iniciativas que possibilitam às pessoas que não podem ou têm extrema dificuldade de ir, fisicamente, assistir a uma palestra, a participar e estar em sintonia com a doutrina espírita.

Todas as segundas feiras às 21:00, eles têm um estudo espírita ao vivo, pelo qual agradecemos participar.

O Centro Espírita e o seu papel: compartilho com vocês, para o estudo desse tema, também um pouco minha vivência na Associação Espírita Bezerra de Menezes, em Nova Friburgo, RJ.
 

"Se os espíritas soubessem o que é o Centro Espírita,
quais são realmente a sua função e a sua significação,
o Espiritismo seria hoje o mais importante movimento
cultural e espiritual da Terra." - J. Herculano Pires.

Neste encontro, abordamos os seguintes temas:

 

  1. Centro espírita ou Centros sociais? Quando conhecemos a doutrina espírita, naturalmente surge a vontade de fazer algo pelo próximo, como reflexo que o entendimento e a interiorização inspiram.

  2. Existe trabalhador pronto? E quando o trabalhador iniciante se aprofunda no estudo e começa a questionar alguns paradigmas da Casa Espírita, como reagimos?

  3. Auxiliando a reabrir uma Casa Espírita que estava com suas atividades quase paradas - do estudo, de forma simples, das obras básicas ao retorno das demais atividades. 

  4. Estamos vendo Casas Espíritas se transformando em Centros de relações Sociais sem o compromisso com o estudo da doutrina espírita.

  5. História espírita: a trabalhadora que queria morar no centro espirita. Na convivência dentro do centro espírita, muitas vezes, exercitamos nossas disposições naturais em sermos mais fraternos, pacientes, de termos boa vontade, simpatia... Seria tal comportamento falsidade ou exercício essencial?

  6. Você já ouviu falar que a disciplina antecede a espontaneidade?

  7. Você se dá a chance de experimentar ou fecha as portas toda vez que um novo convite lhe chega?

  8. Uma doutrina primordialmente Libertadora, que não se baseia em vínculos de dependência

  9. História espírita contada por Divaldo Franco. O perigo dos vínculos de dependência quando a ação assistencialista não tem como foco ser apenas uma medida transitória necessária para depois possibilitar à pessoa se autogerir.

  10. Uma interessante história de Richard Simonetti

  11. A proposta de um relacionamento mais profundo com a doutrina espírita

  12. Ser espírita é ser empreendedor dos valores espíritas na vida!

  13. De assistido a trabalhador, um caminho natural!

Rogério Alves.

Conteúdo complementar:

ENTREVISTA COM JACOB MELO

Em mais um bate-papo descontraído, tivemos a oportunidade de conversar com Jacob Melo, magnetizador espírita, escritor, pós-graduado em psicanálise e o maior pesquisador sobre Magnetismo no Brasil e no Mundo.

Jacob completou 50 anos de estudos dedicados ao Magnetismo e ao Espiritismo e nos proporcionou descobertas interessantes nesse encontro.

👉Clique nos títulos abaixo para ir ao exato momento onde o tema é abordado na entrevista:

 

Uma figura importante no começo do despertar

Existiu uma figura importante nesse despertar:

Minha mãe tinha uma enxaqueca que durou mais de quarenta anos.

E quando estava muito forte, só tinha um jeito, pegar a minha mão e pedia para eu ficar alisando a cabeça dela. E era como a enxaqueca passava...

Algo de dentro brotava fora dos padrões conhecidos...

Com 15 anos, quando precisavam, eu era chamado para dar passe, mas o fazia de maneira diferente: fazia uns movimentos com a mão, soprava... E tudo isso era esquisito na Casa Espírita...

Dica do Jacob sobre experiências com a leitura em geral

Se você se interessou por uma leitura, prossiga, não pare pelo que os outros acham...

Um livro que gostei muito foi Pollyana, e as pessoas quando viam que eu estava fazendo essa leitura, diziam que era um livro feminino, que eu não deveria ler...

Como surgiu o primeiro livro, lançado em 1992, “O Passe”?

Mesmo após o lançamento do primeiro livro, minha mãe dizia que a jornada estava apenas começando e que tinha um compromisso com Allan Kardek na área de Magnetismo!

O que o Jacob sente, em termos de preenchimento pessoal, com esse trabalho de 50 anos com o Magnetismo?

Alguns depoimentos me emocionam profundamente, com o de uma senhora muito humilde, que não sabia ler e me disse: “Antigamente eu fazia só reza, uma pessoa leu pra mim seu livro e agora eu já estou ajudando muito mais gente.”

No começo para divulgar os trabalhos, você viajava muito e hoje em dia, quais são os desafios da divulgação dos livros e do Magnetismo em geral?

Recentemente, tivemos a revisão do livro “A cura da depressão pelo Magnetismo”, com a inserção da Síndrome do Pânico. Você pode nos falar um pouco sobre isso?

 

Canal Fluidos Vitais e Acreditar em si.com

Realizamos trabalho e estudos do Magnetismo na Associação Espírita Bezerra de Menezes em Nova Friburgo (RJ) em outras Casas, disponibilizamos espaço para que os estudantes de outras Instituições participem do nosso trabalho como espectadores. Temos realizado inúmeros seminários em Nova Friburgo e em outras cidades. Trabalho este que sempre conta com a ajuda de vários companheiros.

Trabalhar com o Magnetismo é um privilégio, ser magnetizador é algo maravilhoso, é se vê partícipe da ação divina, é especial você se sentir envolvido e parte de um todo que muda a vida; olhar nos olhos das pessoas que se beneficiam pela ação do Magnetismo é gratificante, ali, na cabine e nos olhos destes nossos irmãos, vemos se realizar as assertivas do item 12 do Cap. XIX do ESE: “Se todos os encarnados se achassem bem persuadidos da força que em si trazem, e se quisessem pôr a vontade a serviço dessa força, seriam capazes de realizar o a que, até hoje, eles chamaram de prodígios e que, no entanto, não passa de um desenvolvimento das faculdades humanas.” (Um Espírito Protetor - Paris, 1863).

Rogério Alves.

 
 

O ESPÍRITA E O ESPIRITISMO

Sou espírita há muitos anos, o ESPIRITISMO vem me sendo muito útil nesta caminhada de aprendizados e construção dos meu valores e paradigmas.

 

Me vejo hoje como quem escolheu, de forma gradativa e lúcida, a Doutrina dos Espíritos codificada por Allan Kardec, como forma de melhoria consequente da minha ética, vida social e valores.

 

Encontrei no trabalho dentro desta Doutrina uma forma de aprendizagem e experimentação prática das teorias que me seduzem de forma lógica e arrazoada nas bases desta escolha.

 

É muito comum e constante a chegada de novos espíritas que, se vislumbram e fascinam com a superfície plácida e calma das relações no movimento espírita; e, antes que se aprofundem na Doutrina Espírita de forma sólida, se deixam enganar e fascinar por esta calma aparente, por um clima superficial nas relações sociais e, se desiludem diante das refregas e atritos pessoais, ainda sem as bases robustecidas do conhecimento, confundem nós Espíritas com o Espiritismo e, se vêem frustradas na sua miopia neófita.

 

Vejo o Espiritismo, como um caminho que apresenta oportunidades muito especiais para o engrandecimento do eu, uma fonte inesgotável de propostas de reavaliação e fortalecimento da vida.

Vejo eu espírita, como alguém que escolheu este caminho, (mas que não sou o caminho) somos caminhantes que não podem ser confundidos com o caminho, nós passamos, o caminho fica, após a caminhada, cada um colherá da aventura aquilo que quiser e conseguir.

Vejo um esforço grave de alguns em transformar o Espiritismo em uma simples escolha religiosa em busca do Paraíso, percebo uma adequação dos conceitos, uma customização, onde cada um tira aquilo que lhe convém, abrindo mão do todo para usar de forma confortável aquilo que lhe convém, lhe agrada e pode ser útil naquele momento e contexto.

 

Eu não posso confundir o espírita com o Espiritismo, ele é algo grande, robusto, um manancial de valores, eu espírita sou o que busca através dele a compreensão e o cumprimento da recomendação socrática do conheça-te.

 

Me impacienta a visão infantil de que todos nos amamos e que vivemos num mundo de inabalável equilíbrio e concordância; ainda mais por saber que estas mesmas pessoas vivem a vida fora do ambiente religioso de forma comum e simples, distanciadas na maioria das vezes da proposta espírita.

Eu espírita não sou o Espiritismo, não tome o aluno pela ciência, não troque o trabalhador aprendiz pelo mestre ou pelo dono da vinha.

 

Sorria, estamos todos a caminho, não estamos prontos, busque Deus, não confunda velhos alunos com o Mestre.

 

Estude de forma ampla, conheça as bases do Espiritismo, tire suas próprias conclusões, caminhe e busque aquilo que te falta e te motiva.

Rogério Alves.

FORA DO CENTRO ESPÍRITA

A vida é lá fora!

 

A docilidade, a ternura, a voz mansa e tantos outros modos angelicais são ações comuns nas relações na Casa Espírita.

 

Como é bom o convívio por algumas horas semanais ou quinzenais: a palestra, os passes, a água, o silêncio, a música calma...

 

A proposta evangélica é tirar da Casa Espírita (no nosso caso específico) este ser angelical e colocá-lo na vivência, na convivência, no lar, no trabalho, nas relações em geral.

 

A transformação do mundo é obra lenta e contínua que demanda mão de obra, ser trabalhador de Jesus é se dispor e apresentar-se diante do trabalho, tomar nas mãos de forma sôfrega toda oportunidade.

 

As relações imaginárias e infantis de trabalho na seara de Jesus passa por um mundo mágico e lúdico, totalmente diferente do mundo real, caridade demanda recursos financeiros, tempo, algo escasso e difícil de ser disponibilizado nos dias atuais.

 

A voz doce, quase meiga dos que ainda vivem a ilusão teórica, morre e some quando a rua se apresenta realista e implacável depois do portão da Casa Espírita.

A realidade da proposta de transformar o mundo assusta e demanda vontade, Jesus nosso exemplo maior nos conclama, mas como é difícil atendê-lo.

Viver no mundo protegido da escola deve ser só um momento curto e necessário para o aprendizado, o suficiente para nos capacitarmos e colocar mãos à obra.

 

José Herculano Pires disse: "preciso que deixemos de fazer espiritismo de mortos e passemos a fazer Espiritismo de Vivos." O campo é lá fora, na vida.

 

Eu luto comigo mesmo todas as horas do dia, luto para sair da teoria, para sair da retórica, para através da disciplina, alcançar a espontaneidade e encontrar o prazer nas minhas ações e ser um trabalhador de Jesus.

 

O Espiritismo é a base que escolhi para conseguir sair da minha incapacidade e chegar ao campo da ação.

 

Luto com a transformação do meu homem velho, busco no estudo e no entendimento do Espiritismo as ferramentas para o trabalho urgente que me cabe.

 

Quero que a Vida me busque e me encontre disposto, pronto para seus desafios cotidianos.

A vida é lá fora!

Rogério Alves.

 

Será um prazer fazermos contato!

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