Trabalhar em afinidade

Como a economia de rede
pode beneficiar o seu negócio?

A descoberta de um mundo amplo que sempre existiu,
mas que não tínhamos acesso...

Com a natural evolução da tecnologia, a partir, mais ou menos do ano 2000 surgiu a internet aqui no Brasil (nos Estados Unidos chegou, mais ou menos em 1990) e, de lá pra cá, um mundo novo de possibilidades, um ecossistema vivo se abriu diante de nossos olhos. 

 

Na verdade, esse “mundo novo”, amplo, criativo, sempre existiu, mas não tínhamos acesso a ele...

 

Através da rede, passamos a ter a possibilidade de assistir a filmes e documentários que nunca chegariam aos grandes circuitos do cinema, a conhecer músicas que jamais conseguiriam despertar o interesse de uma gravadora (muito menos seriam tocadas nas rádios), a aprender sobre uma infinidade de assuntos que não seria possível apenas através da leitura numa biblioteca local.

  • Para você que quer começar a empreender hoje (com o pé direito) ou ampliar seu negócio:
     

  • Ultimamente ouvimos muito sobre empreendedorismo, mas uma das razões que faz muitas pessoas desistirem de empreender é a alta concorrência, a ideia de que é impossível vender com grandes marcas já estabelecidas no mercado...
     

  • Você já ouviu falar sobre economia de nicho? Já imaginou vender seu produto ou serviço para quem realmente tem afinidade com ele?
     

  • Você já se imaginou sem precisar ser mais um, a concorrer no mercado existente?
     

  • E se ao invés de vencer a concorrência, você não precisasse competir com ela?
     

  • E se ao contrário de explorar a procura existente, você pesquisasse por novas necessidades?
     

  • Será que agregar mais valor ao seu produto ou serviço tem que significar, necessariamente, aumento dos custos?
     

  • Como a economia de rede pode beneficiar o seu negócio?
     

Nicho de Mercado

pensar por si, buscar suas próprias soluções

Nesta página, você vai poder: 

01. Abrir sua mente para novas percepções  ao comparar realidades em grandes mudanças, nesses 20 anos que estamos conectados em rede. 

02. Se atualizar para descobrir os valores de decisão, na hora da compra, de uma geração que já representa 30% da população brasileira. 


03. Ter várias ideias criativas, conhecendo mais a fundo do que vem mudando na economia, desde que estamos conectados.


04. Aprender sobre economia de nicho e poder vender seu produto ou serviço para quem realmente tem interesse e afinidade com ele.


05. Aprender sobre a Estratégia do Oceano Azul pra não ser mais um a concorrer em mercados já saturados.

06. Aprender a receita criativa de Regina Tchelly, que uniu paixão e ação social como ingredientes de sucesso de seu empreendimento. 

07. Voltar a sentir um prazer de liberdade ao descobrir modernas formas de vender seu artesanato e, assim, poder viver do que você ama

08. Bônus 01: conhecer dicas para vender moda pela internet.

09. Bônus 02: baixar o livro (disponível na internet) A cauda longa, do autor Chris Anderson.

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Cultura de massa: cicatrizes de um tempo marcado pela  ausência de mim

O que é Cultura de Massa ou  Massificação cultural

 

É todo o tipo de expressão cultural produzido pela Indústria Cultural para atingir a maioria da população, com o objetivo essencialmente comercial.

São amplamente divulgados pelas grandes mídias, através das propagandas, a fim de ditarem comportamentos, gerando uma conduta massificada (onde o indivíduo passa a seguir padrões externos, sem contato direto com seu íntimo).

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Clique para ouvir a leitura.

Nasci em 1984, na cidade do Rio de Janeiro. 

Quando criança, era apaixonada pela Xuxa e meu sonho era ser uma paquita (assistente de palco da apresentadora).

 

Constantemente, a Estrela (fábrica de brinquedos brasileira) lançava um brinquedo novo. E, na sala de aula, quando olhava para os lados, as meninas todas em minha volta já brincavam com A boneca do sucesso. 

Quando me tornei adolescente, as mochilas, tênis e roupa variavam em apenas 3 marcas famosas e, se você não as tivesse, não pertencia ao grupo.

 

A tv só tinha 4 canais.

As músicas que ouvia vinham, basicamente, de uma estação de rádio, que repetia durante toda a programação diária, sua lista das “10 mais”.

Os grandes hits ficavam, no máximo, um mês nas paradas de sucesso. Depois, eram rapidamente substituídos por outros muito parecidos.

 

As pessoas que estudavam comigo viam os mesmos programas de tv, ouviam as mesmas músicas, e era preciso acompanhar essa corrida frenética para não ficar de fora e correr o risco de ser alvo de piadinhas e deboches.

 

Imitávamos (no visual e no comportamento) as celebridades que apareciam nas novelas, nos programas ou (depois que apareceu a Tv por assinatura) nas séries americanas…

 

O cenário atual: 20 anos da internet no Brasil...
Conhecendo  a realidade para planejar sua estratégia. 

Vamos dar uma olhada em alguns dados fresquinhos

O que é a geração z?

Bebês que nasceram junto com a internet, aqui no Brasil (por volta do ano 2000), hoje, são jovens entre 18 a 24 anos já representam 30% da população atual, conhecidos como a geração z. 

 

Detalhe: esses jovens associam jogadores de futebol, como o Ronaldinho Gaúcho à geração de seus pais.

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ronaldinho gaucho uma referência da geração dos pais para jovens da geração Z
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dados do think with google sobre a diversidades de marcas da geração Z e o mercado de nicho

Qual a tendência de consumo da geração z?

 

Quando perguntados sobre suas marcas preferidas, as respostas são múltiplas.

 

A grande maioria não tem apenas uma, duas ou três marcas favoritas, o universo deles é bem mais amplo. 

Quando questionados se assistem vídeos institucionais, 64% disseram que só se a marca expressar verdade no que é, no que faz. 

Para eles, uma marca é confiável se promovem causas e valores que lhes sensibilizem e correspondam às suas necessidades humanas, sociais, ambientais.

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#tendências de consumo

#autenticidade

#geração z

#cultura de ecossistemas

O que é marketing social ou marketing de ação social?


No marketing social, as empresas se qualificam pelo bem que geram socialmente, ou seja, por sua obra na comunidade - ideia oposta ao marketing antigo, onde a empresa se auto propagandeia, insinuando sempre que é a melhor!

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Clique para conhecer mais exemplos
de marcas que se diferenciam
por seus valores sociais e inovam
o setor da moda. 

moda social, economia criativa, moda com propósito, inovação, inclusão
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Confiabilidade das informações na hora de comprar

Como transmitir confiança na marca?

 

Marcas da indústria eletrônica como a Sony, a Canon, por exemplo, oferecem seus equipamentos de filmagem a alguns profissionais que estão diretamente conectados à rede, para que avaliem e divulguem suas reais experiências com o produto em seus canais do Youtube, redes sociais, sites e blogs.

 

A credibilidade desses profissionais se deve a eles ensinarem o que aprendem no dia-a-dia, compartilhando seus conhecimentos técnicos e pessoais, tanto nos acertos quanto nos erros, de forma livre e gratuita através de tutoriais. 

 

Observação: os vídeos que ensinam através do compartilhamento de experiências dos próprios fracassos são muito valorizados pelos usuários e costumam a ter mais visualização dos que apenas apresentam um ensinamento pronto. 

 
 

Pra você que quer empreender hoje ou ampliar seu negócio

O que vem mudando  desde que estamos conectados?

O que é a teoria de Pareto?
 

Pareto, um economista italiano do século XIX, ao pesquisar sobre a distribuição da riqueza em diversos países, constatou que:

 

Apenas 20% da população da Inglaterra detinha 80% de toda a riqueza do país. 

O surpreendente foi que, ao comparar esses números com os de outros países e regiões, descobriu que a proporção se mantinha sempre a mesma.

 

Mais tarde, George Zipf começou a estudar a fundo essa relação matemática e viu que ela se aplicava a muitas outras coisas...

 

E, de fato, podíamos observar isso até no dia a dia:

teorema de pareto sobre a concentração de riqueza na inglaterra
Livraria e a teoria de pareto

Imagine uma grande livraria, por exemplo, como a Saraiva: apenas 20% dos livros que se encontravam nas prateleiras das lojas (os best-sellers) eram responsáveis por 80% das vendas.

 

Tente se lembrar das grandes locadoras (como a Blockbuster, por exemplo): somente 20% dos DVDs que estavam nas prateleiras (os lançamentos) eram responsáveis por 80% das locações.

Mas parece que alguma coisa está mudando essa proporção… Vamos dar uma olhada? 

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A cauda longa (long tail)

O que é a teoria da cauda longa?

A cauda longa é uma curva que tem uma quantidade muito maior de dados ao longo da cauda. Chris Anderson elaborou essa ideia no seu livro A Cauda Longa - Do mercado de massa para o mercado de nicho.

Como funciona a cauda longa?

A Netflix estimou que a visualização das grandes produções não chegam a 5% do total de vídeos assistidos por trimestre. 

No site Amazon os livros mais famosos são responsáveis por apenas 2% da venda do site, por isso você os encontra com descontos de até 40%.

No Mercado Livre, os itens mais procurados variam de lembrancinha de festas a caminhões novos. 

Grafico-Cauda-Longa-O-Analista-de-Modelo
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A economia de nicho não é igual a da tendência dominante, a mentalidade, para entendê-la precisa ser diferente. Servir a um nicho não transforma ninguém em rei da cocada preta.

Chris Anderson, autor do livro: A cauda longa.

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ideias para empreender
com pouco dinheiro

Estamos vivenciando um momento de transição, saindo de um mercado de escassez de acesso à informação, aos meios de produção e à distribuição para uma realidade de maior oportunidade e até alguma abundância em alguns nichos. 

O que é nicho de mercado? 
O nicho de mercado visa atender a necessidades e preferências específicas de um determinado grupo de pessoas. É o oposto do mercado de massa (onde os produtos eram produzidos para atingir a maioria da população). 

 

As relações comerciais baseadas em monopólios, exclusivismos que priorizam economicamente uma minoria estão enfrentando graves crises diante da expansão de um mercado aberto e integrado em rede, onde se destaca quem melhor serve as necessidades do cliente.

O que é produto de nicho?

Por definição, os produtos de nicho não se destinam a todos, eles visam atender a necessidades e preferências específicas, personalizadas e, pela variedade, eles podem oferecer o que o usuário está procurando. 

Nele, a figura do distribuidor que apenas intermediava e encarecia o produto ou serviço, sem contribuir com nenhum bem na relação, tende a desaparecer. 

Toda uma estrutura está se mexendo: 

 

Da lei do mais forte para um sistema de parceria

Da monocultura, para a biodiversidade

da competição pelo preço para a busca por produtos que buscam atender interesses específicos para necessidades diferenciadas (tanto materiais, quanto de valores). 

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#economia em rede

#nicho de mercado

#economia de nicho