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Religiosos e Religiões


Quero convidar você para uma retrospectiva, desde que nós, brasileiros, tomamos real contato com a pandemia provocada pelo COVID-19.


Antes de entrar na abordagem pretendida, sou obrigado a admitir que muitos de nós ainda não temos a real dimensão da periculosidade e da ação devastadora deste vírus no cenário nacional e mundial; desses, um número ainda maior não consegue avaliar e mensurar as consequências econômicas para o Brasil e muito menos o seu impacto na economia mundial e sua repercussão e desdobramentos atuais e futuros.

Nesse meu convite, quero me ater exclusivamente às reações, abordagens e ao tratamento dado a esta situação crucial pelos religiosos e, especificamente nas redes sociais que tenho acesso e navego.


Estou aqui em Nova Friburgo, numa cidade de 200 mil habitantes.

Estamos longe dos grandes centro e, em função desse distanciamento, podemos estar alienados da realidade.


Em termos oficiais, a ação das lideranças tem sido quase nula e, às vezes que aconteceram, foram superficiais e improdutivas.


Não presenciei nenhuma ação coordenada eficaz no que tange à captação de recursos ou a de materiais que poderiam ajudar diretamente a população em suas necessidades. Percebo uma desconexão total e um alheamento, como que uma paralisia.


Percebo muito menos uma ação efetiva quanto ao esclarecimento sobre a epidemia em si e as precauções recomendadas na tentativa de controle da propagação da doença.


Não constatei nenhuma ação isolada ou ecumênica de nenhuma denominação religiosa. O que vi foram pequenas ações pessoais e isoladas sem nenhuma coordenação ou tentativa de uma ação maior e efetiva, a desarticulação é totalmente perceptível diante dos resultados que não se fizeram reais.


O que tenho presenciado no âmbito das minhas redes sociais, são publicações igrejeiras, de cunho espiritual demagógico e com efeitos duvidosos, levando-se em conta seu caráter superficial e mais alarmista do que consolador ou esclarecedor em relação a pandemia.


As publicações, em sua maioria, continuam como antes, trabalhando a divulgação dos preceitos e propostas de cada grupo religioso.


Até esse momento, o que se vê é a ação governamental nos âmbitos: municipal, estadual com algum apoio e orientação do governo federal.



Não consigo perceber uma movimentação por parte dos religiosos como visto em outras calamidades nacionais e estrangeiras, onde constatamos uma arregimentação impressionante e com resultados até exagerados na arrecadação de alimentos e outros insumos como nos casos das tragédia de Mariana e Brumadinho (MG), isso para citar somente as duas últimas ações sociais impactantes.


A população sempre disposta a ajudar, tenta de forma individual e desorganizada resolver ou amenizar os impactos sofridos, principalmente daquela parcela do povo que vive fora do mercado oficial de trabalho - que antes do isolamento social viviam no submundo da economia, agora rotulados de "autônomos" (uma forma ridícula e dissimulada de chamar quem sem outra opção se viu fora do mercado de trabalho e obrigado a buscar ser diaristas, ambulantes, malabaristas, biscateiros… fantasmas sociais, fora das estatísticas e invisíveis socialmente).


O que tenho visto e sido convidado a participar são ações isoladas de pessoas que sensibilizadas pela situação, tomam iniciativa quase desesperada e partem para ação em busca de ajuda para atender as mais elementares necessidades que se apresentam.


Assistimos movimentos das pessoas simples que, nas redes sociais e em suas localidades presencialmente, colocam a mão na massa, arrecadando e distribuindo alimentos e outros insumos para amenizar as dificuldades daqueles que estão desamparados... Ações impressionantes que dão uma lição de cidadania e responsabilidade social!


Com o necessário fechamento dos templos religiosos, perdeu-se o poder de mobilização, muitos se acomodaram e restringiram sua ação a participações vazias nas redes sociais com a preocupação de manter seus frequentadores unidos a base de publicações consoladoras, sem ações efetivas de mobilização e possibilidade de envolvimento.



Falta liderança, falta coordenação, falta efetividade e presença para motivar, falta exemplo para arregimentar uma ação mais efetiva tão propalada nas redes sociais, com mensagens sem efeitos práticos.


O convite é para avaliação.

Esse é o meu sentimento, a minha percepção, que pode estar eclipsada pelas preocupações diárias e afazeres…

Posso também estar alienado em relação às redes sociais.

Estar participando pouco e mal informado, possível também eu não estar conectado aos grupos e redes certas.


Será?


Rogério Alves


O convite para opinar, aqui, é diferente!

Sua opinião ficará exposta e não será soterrada por outras e desaparecerá como nas redes sociais.

Esse convite não é uma provocação ou desabafo e sim a tentativa de abrir um espaço para um diálogo franco sobre um aparente alheamento em relação a situação que estamos enfrentando e que poderia a meu ver ser amenizado por uma ação das organizações religiosas.

Por isso, se sentir vontade, deixe seu comentário logo abaixo.

Veja como fazer neste vídeo:




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