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Atualizado: Fev 21

Esperando a chegada de 2020, vivi uma experiência muito interessante no que se refere às relações sociais em espaços comuns (coletivos).


Uma que realmente foi marcante foi participar de uma ceia coletiva, com mais de 500 pessoas.


Na posição de observador (que não ingere álcool) tive tempo e lucidez para observar algumas atitudes como a falta de gentileza que quase desapareceu quando algumas pessoas, mais corajosas, começaram a se servir dos alimentos que compunham as lindas mesas do evento.


Um segundo momento mais marcante foi quando as mesas foram recompostas com sobremesas diversas. Neste instante, realmente algumas pessoas foram tomadas de um furor desmedido, de um apetite glicêmico próximos ao embate corporal.

Ainda nesta bela festa de confraternização não foi difícil perceber a saída sorrateira de garrafas de vinho e espumante ainda fechadas em direção aos aposentos.

Assim como as garrafas, era bastante comum a saída de recipientes abarrotados de alimentos diversos que tomavam o mesmo caminho das garrafas fujonas.

Uma noite antes deste marcante evento, fomos a um salão de jogos do hotel - realmente um local lindo - com poltronas, inúmeras mesas e o que mais me chamou a atenção, mais de 30 mesas de jogos, aquelas com um centro com pano verde e o entorno de madeira com vários compartimentos, muito bonitas; isso despertou em nós até vontade de jogar baralho… Ao me sentar pude constatar que a mesa estava toda escrita, verdadeiros trabalhos minuciosos com o nome dos artistas, frases como: fulano ama ciclana, nomes de cidades, assinaturas... Perplexo, fui ver as outras mesas e para minha TRISTEZA todas haviam sofrido o mesmo atentado e pela coloração dos escritos constatei que alguns são recentes - a barbárie continua...

Não posso terminar meu relato sem uma experiência pessoal: na hora do almoço, filas se formavam. Entrei em uma delas. Já munido de prato, garfo e faca eu caminhava disciplinado até a primeira cuba que continha fatias lindas de uma carne. Me apossei de um pegador e quando me preparava para pegar um suculenta fatia, tive o instrumento arrancado da minha mão juntamente com uma sonora advertência: " Senhorrrrr…, nós é que servimos". As educadas funcionárias controlavam a quantidade que cada um poderia consumir. Na hora fiquei indignado e me retirei da fila. Mas, depois da ceia de réveillon narrada acima, eu pude compreender a medida restritiva imposta as suculentas fatias de carne e outros alimentos mais cobiçados.

Bem, fiz os relatos desta aventura para preparar a base de um raciocínio rápido que quero convidar você para fazermos juntos.

Pensar nas causas e soluções.


O que causa estes comportamentos?

O que provoca atitudes como as relatadas?

Nível financeiro?

Educação?

Classes sociais?


É pra pensar e muito, em primeiro lugar não são todos (lógico). Outros, ao contrário, se destacam por atitudes cordiais. Uns por gentileza desmedida, alguns por leveza nas ações, destacam-se comportamentos de total civilidade.


Na minha opinião é questão de princípios, e vou invocar uma colocação antiga: "educação vem de berço".

O que você acha?


Valores como respeito, dignidade, gentileza, cordialidade, sociabilidade, honestidade, … são a base da vida em sociedade e é imprescindível que sejam difundidos, somente assim a vida em sociedade fica boa, é quando ela se torna momento feliz, experiência que queremos repetir e ou preservar.


Desde criança (tenho 56 anos) escuto que a única solução é a Educação.

O que você acha?

Será que é da educação curricular, da escolar que se fala?


Acredito em algo mais amplo, uma educação baseada em valores que tem como base o Lar, a família.


Cultivar a boa relação social é querer viver num mundo melhor.


Educar é ato de amor.

Rogério Alves da Silva.

Créditos e sugestões de pesquisa

• Rafael Silveira – o artista que vive em Curitiba, tem como marca fundamental a abordagem de angústias existenciais atuais e as fugas consequentes, através da pintura surrealista, misturando estilos totalmente diferentes. Confira mais sobre a obra do artista:

site Rafael Silveira

Instagram Rafael Silveira

Cassius Marcellus Coolidge – foi um pintor americano que ficou muito famoso com a série de pinturas "cães jogando pôquer"

Rémy Poncet – artista francês.

Facebook Rémy Poncet

Pinterest Rémy Poncet

• Ilustração sobre alcoolismo. Veja mais imagens sobre temas de angústias atuais.

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