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Empatia

A vida foi passando e, como ela é uma professora extremamente dedicada e competente, tratou de me ensinar com experiências e vivências que tudo é possível, mesmo aquilo que eu, inocentemente, achava que nunca poderia acontecer comigo.


Com uma criatividade sem limites, a vida fomenta situações que surpreendem até os mais seguros, os pretensiosos céticos e os alunos sonhadores.



E é assim que ela vem me ensinando a ser empático.

Não sei bem se a palavra é "ensinando". Posso dizer que, pelas lições, ela vem fazendo desenvolver em mim, uma capacidade ou tendência de me colocar no lugar do outro, de me solidarizar com os percalços alheios.


O engraçado é que quando você se vê disposto a este exercício, seu poder de opinar e de julgar são diretamente afetados, eles se tornam mais lentos, dando tempo para se analisar a motivação, a causa, o contexto... e só este detalhe consegue influenciar seriamente o resultado e evitar o julgamento precipitado e impessoal.



Você é inevitavelmente levado a fazer-se umas duras perguntas: E se fosse eu? E se fosse com os meus? Como eu reagiria?... O resultado, em mim, é impressionante! Me pego chorando diante da televisão que apresenta o drama dos refugiados da Ucrânia.



E aí você pode pensar: mas este caso é muito sério! Sim, é dramático! E as crianças que quando estão de férias da escola não têm o que comer? E as pessoas revirando as caçambas de lixo em busca de alimentos ou algo que possa ser vendido? A fila do osso, da pele de frango …


Diante do rapaz negro inocente preso por um erro do sistema (racismo) que passou dois anos na prisão, eu me olho nos olhos e pergunto: já pensou se fosse você gordinho?



Mas, o que tem mesmo me tocado é o idoso que, não tendo mais condições de viver onde sempre viveu, tem de ir morar em um abrigo; vê-lo na luta íntima de adaptação é doloroso, quando este deveria ser um tempo de concessões, de mimos, de compreensão, pois é dura a vida em uma instituição.


E mais uma vez eu penso: se fosse comigo, como eu enfrentaria esta situação? Pensar assim, muda minha forma de lidar com eles, os aproximam do meu eu mais profundo.


Experimente a empatia!

Para mim, tem sido uma experiência muito especial e transformadora.

Um esforço constante em busca da compreensão!

A vida é fogo!


Rogério Alves


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