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A Falta e a Escassez

Quando temos, segundo o amor de Platão: Eros, deixamos de amar...

Nestes dias de incertezas, tenho me afeiçoado mais a Aristóteles que, no seu amor (Philia) nos propõe a amar aquilo que temos, atentar àquilo que já conquistamos, valorizar o que nos rodeia, principalmente as pessoas.

Quando chega a mim a imposição de me afastar, de me privar daquilo que julgava ser certeza, controle, posse, abriu-se o vazio da falta, da escassez, que ainda é só saudade antecipada, visto que não ter mais é, de agora em diante, por um tempo limitado.

Quando avisados, constrangidos, convencidos, temos que cancelar nossos encontros, nossos eventos, mantermo-nos longe um do outro, nos proteger e assim proteger o outro, algo como um vazio se fez; quando saí ontem de um encontro de um grupo que nos reunimos semanalmente e fomos informados da suspensão por 15 dias ou mais deste trabalho, iniciou-se a falta, e, o vazio se fez.

Como enfrentar este momento novo, sentimento de escassez daquilo que nos era posse, que muitas vezes lutamos contra a vontade de não ir, de faltar? Agora não temos, faltou.

Depois do amor de Platão que nos propõe o amor pelo que não temos: Eros, e do de Aristóteles que nos propõe amar aquilo que temos e já é nosso: Philia, surge um terceiro, o amor proposto por Jesus: Ágape, amor ao próximo, ao outro, nesse é tudo pelo outro, é sentimento de querer dar ao outro tudo de bom, quem ama dá e dá por amar.


Movidos pelo amor proposto por Jesus, afastar-se do outro, privar-se da sua presença é doloroso, interromper o fluxo das nossas ações nos traz sentimento de escassez, de vazio.


Não sabíamos que o outro era tão importante, que ele era parte, composição fundamental da nossa felicidade, da vida.


Agora, quando não podemos estar juntos, por imposição, contingência ou racionalidade, nos falta o outro, falta o encontro, o trabalho, a reunião, … agora temos tempo de sobra, tempo que não tínhamos e que desejávamos, agora é tempo de encontrar o que temos e amar como Jesus preconiza aqueles que estão ao nosso lado ou distantes por contingência, amar o que nos falta.


Família, Amigos, trabalho, …, amemos como nos propõe Jesus, é esse o amor que nos traz equilíbrio e momentos felizes que fazem a vida ser boa e valer a pena.

Ágape é vida!


Rogério Alves.

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