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Nem Tiririca

A grama do vizinho é sempre mais verde.


Dizem que se quisermos saber se a pessoa é amiga, é só fazermos um teste, a princípio muito simples:


Estando com a pessoa, comece lenta e naturalmente a lhe dizer que: seu casamento nunca esteve tão legal; que recebeu uma promoção e está ganhando um belo salário; que, nas férias, vai para a Europa; e para arrematar a experiência sociológica, diga que está feliz e vivendo a melhor fase da sua vida.


Diga tudo isso sem tirar os olhos dela e vá analisando as suas reações. Somente as pessoas verdadeiramente amigas ficarão felizes com seu sucesso, elas vão te abraçar, te darão os parabéns e vão sorrir descontraidamente; por outro lado, uma maioria vai dizer coisas como: "Tá metido, hein!", "Cuidado, que na vida tudo passa…", "Aproveita o momento…", outros nem vão conseguir falar e você verá em sua fisionomia um misto de tristeza, raiva silenciosa e um sorriso congelado.



Uma outra situação, muito curiosa, é quase um experimento social que poderá até passar despercebido. São aqueles que, diante desses anúncios de sucesso pessoal, dizem com um certo desdém: "Você tem mesmo muita sorte", "Este seu emprego é uma moleza", "Tudo sempre conspirou a seu favor ", "Deus te deu o dom"... que funciona como um banho de água fria, gelada, no esforço e no mérito alheio.


Dizem que existe, por aí, gente que acha que a grama do vizinho é sempre mais verde, gramado impecável onde não nasce nem tiririca, no máximo nascem trevos e ainda os de quatro folhas que dão a ele ainda mais sorte.


Que sentimento será esse que faz com que se pense que a "vida" do outro é sempre melhor e mais fácil?

Como explicar essa cega dificuldade em enxergar no outro o esforço, o mérito, o empenho e a dedicação?


Mais louco ainda é este olhar, onde o sucesso do outro me incomoda, me obrigando a desdenhar, diminuir, como forma camuflada de explicar o meu não sucesso.



Coragem, vontade e dedicação podem ser a explicação e a receita para combater essas meninices que nos afligem.


Lindo, verdinho, não nasce nem tiririca!

A sogra dele mora em Belém.


Rogério Alves


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