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Quando dá um vazio



Com o avanço da tecnologia e sua incorporação ao nosso dia a dia, a vida foi ganhando um dinamismo tão grande, com o passar dos anos, que o tempo passou a ser algo escasso e desejado por todos nós.


O trabalho, agora, não se restringe mais àquelas horas determinadas de décadas atrás. Ele nos acompanha até em casa, avançando sobre um tempo que já foi nosso, intervindo diretamente em nossas relações, nos privando do ócio, da quietude e, muitas vezes, das nossas relações mais pessoais.



As transformações começaram pelo trabalho e foram se ampliando para todas as nossas relações e ações. Queremos sempre uma resposta e as damos com extrema rapidez, num frenesi louco, incontrolável mesmo!


Fomos nos deixando levar até sermos absorvidos por esta constante correria. Estamos, o tempo todo, ligados, atentos, ansiosos, interligados e em busca de algo, recebendo e transmitindo alucinadamente.


Nossa atenção se partiu!



Só que para mim, chegou uma hora que esta tensão começou a minar as minhas forças e a adrenalina, que me mantinha eletrizado, se transformou em um vazio que vem se sedimentando, se transformando em uma permanente insatisfação, uma apreensão constante, sempre à espera de algo bom ou ruim.


Sabe aquela hora que dá um vazio? Onde tudo perde sentido e fica sem graça? Quando o frio na barriga não passa?


Pois é, isso vem acontecendo mais do que se pensa e é muito sério, afetando o sono, a economia, as relações e a saúde como um todo.


Estou buscando um equilíbrio, um meio termo disciplinado, que vem se mostrando muito renitente, difícil de ser conquistado e, até certo ponto, doloroso...


Deu um vazio aqui!


Rogério Alves


Crédito:

  • Imagem 01 - Correria no Trabalho: banco de imagens do Google

  • Imagem 02 - O vício do smartphone, criado pelo designer gráfico e ilustrador polonês Igor Morski. Conheça melhor seu trabalho: https://igormorski.pl/

  • Imagem 03 - Melancolia, por Albert Gyorgy. Conheça o escultor: https://www.albert-gyorgy.ch/

1 Comment


modesto_tv
modesto_tv
Dec 04, 2021

Não sei devido a idade, pois tenho alguns bons anos a mais do que você, a tecnologia não conseguiu fazer em mim os estragos narrados no seu artigo. Vou tomar como exemplo o aparelho celular, que quando apareceu e foi possível, por questão de comodidade, adquiri um, em tempos que ele era só telefone (falar e ouvir). Naquela época, resolvi que o celular era apenas mais uma ferramenta e eu atendia a ligação se entendia que não iria incomodar o meu sossego, principalmente se fosse em relação ao trabalho, pois sempre fui cumpridor dos horários das empresas em que trabalhei e trabalho e, em raras exceções, permito ser incomodado fora do horário de trabalho. A tecnologia aperfeiçoou o celular e…

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