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Déjà vu

Ultimamente, tenho sido acometido dessa sensação de “ter já visto” constantemente...

Dia a dia, me sinto numa sucessão infindável de acontecimentos muito semelhantes.

Por vezes, penso estar assistindo, em looping infinito, a reprise dos noticiários.

E o mais desesperador é que a sensação continua a mesma, mesmo trocando de canal…


No fim da tarde, no início da noite ou pela manhã, há meses esse fato vem me causando um sentimento de paralisação, uma sensação nítida de que o tempo parou ou que, se passa, passou a se arrastar. Há muito ele não corre como corria há um tempo atrás, pouco me lembro de quando ele era apressado…



Hoje mesmo, revi festas clandestinas; tão cheias que faltava oxigênio. Não sei se são novas ou velhas - hoje em dia tanto faz - todas correm perigo, morrem!


Fecha tudo, reabre, flexibiliza; bandeira amarela, laranja, vermelha, roxa… a coisa fica até preta ou, ainda pior; é média móvel que teima em permanecer, estabilidade muito instável, números recordes diários negativos que retratam perdas definitivas, erros renitentes, vergonhosos...


Técnicos e experts que sinto aprenderem junto comigo no andamento trágico dos fatos, num vai e vem de opiniões e posicionamentos que me confundem mais do que esclarecem.


O mapa do meu país muda de cor todos os dias. Agora, quanto mais azul, melhor. O Estado, que sempre foi verde, ganha tons de azul escuro e alguns outros vão lentamente escurecendo com o andamento da vacinação - na realidade, são gráficos que falam de detalhes técnicos regidos por perdas de Vidas!


Política, economia, sistema de saúde, educação... regidos por interesses políticos, econômicos, classistas..

É difícil acreditar que, ainda a esta altura, ouvimos e constatamos: "Farinha pouca, meu pirão primeiro".


Chego à conclusão, diante da politização cega, que estamos todos errados em abrirmos mão de atributos divinos como o bom senso, critério, lógica, razão... em função do sacrifício da vida, bem maior e sagrado que todos desejamos intensamente.



Desde o início de 2020, tenho levado a vida com as devidas medidas de higiene e com as precauções em relação ao distanciamento, sem apertos de mãos, abraços, beijinhos, usando o álcool gel (na impossibilidade de lavar as mãos, após alguma ação arriscada), além do uso constante de máscara; isso me trouxe até aqui sem ser infectado.


Quando falo de levar a vida, é de uma vida ativa de trabalho, caminhadas, viagens, restaurante ocasionalmente, barbeiro semanalmente, relações profissionais e pessoais intensas. Além de diariamente estar no LAJE (Lar Abrigo Amor a Jesus), onde tivemos inúmeros casos de COVID-19 e uma epidemia nos meses de Novembro/Dezembro, onde eu estive em horário integral, diariamente.


O que me faz pensar: será que tenho sorte? Ou as pessoas não estão tomando as precauções preconizadas e divulgadas há mais de um ano de forma massiva e "imploradas" por médicos, cientistas, autoridades... Não acredito em sorte e muito menos em azar, nem determinismo, então?


Tenho pensado muito sobre responsabilidade, competência e incompetência, liderança, acomodação, transferência de responsabilidade e de ações, coitadismo e vitimismo…



Por que será que o ano de 2020 teima tragicamente em não terminar?

Por que, mesmo já no final do primeiro trimestre de 2021, estejamos revivendo experiências trágicas, potencializadas pela indiferença e pelo egoísmo?

Por que não estamos aprendendo com as experiências já vividas?


Penso que tudo poderia estar sendo muito diferente se só seguíssemos as mais básicas orientações médicas.


Lembrando que:

A vida é muito boa!

Que ela é responsabilidade nossa!

Intransferível!!!

Um bem muito precioso.


Rogério Alves.


Será um prazer fazermos contato!

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