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Vendedores do caos

Quando acordo, às duas horas da manhã, uma mão gigantesca está pressionando meu peito e o meu estômago.



De início, tento resistir e finjo dormir na esperança de que ela me largue, mas a artimanha não tem dado muito certo…


Nossos encontros vêm se transformando em algo mais sério e se repetindo algumas noites por semana.



A solução tem sido levantar e andar, tomar água e esperar até que o cansaço se fortaleça, conseguindo dominá-la, afrouxando a pressão e permitindo reconciliar-me com o sono.


Quando o dia amanhece, por vezes, já me pega no café.



De outras, acordo com as primeiras luzes me sentindo muito bem.


Nos dois casos, me surpreendo como tudo fica mais simples e a mão, antes assustadora, apequena-se, chegando mesmo a desaparecer com o raiar do sol…



Creio, no meu caso, serem estes sentimentos fruto do momento atípico que se prolongou tanto, que lá se vai o ano mais louco da minha vida; venho de viver uma verdadeira montanha russa diária cheia de sustos e frios na barriga.



Esta instabilidade foi, aos poucos, se achegando e, hoje, é realidade em todos os campos das minhas atividades, onde tudo o que antes fazia parte de uma rotina básica e segura, foi subvertido, quebrando hábitos de anos, virando tudo de ponta cabeça, exigindo que eu improvise o tempo todo e isso tem sido exaustivo.


Como sobreviver a essa experiência no seu constante ineditismo?



Tenho tido que aprender a andar na corda bamba, a utilizar sentidos que eram raramente solicitados, a confiar mais, a suportar as inúmeras doses de previsões alarmistas e ricas de um pessimismo quase maquiavélico, onde se ouve "doces" frases como:


"O pior ainda não chegou!"

"A segunda onda está chegando!"

"Vamos ver até quando o mercado vai aguentar!"

"Quando acabar o auxílio emergencial é que você verá o tamanho do problema!"


E para fechar a coleção de colocações "otimistas", sempre se escuta:

"Ano que vem será ainda pior!"

"Você vai ver, depois me diga!"



Essas são apenas algumas pérolas que eu colho nas minhas relações diárias, fruto de algo que eu, sinceramente, não sei de onde vem, mas que são repetidas até quase a exaustão!


Não compre este pessimismo, mesmo quando oferecido por preços populares e tom profético.


Tenho repetido, para mim mesmo:

Viva o hoje;

seja feliz nesses minutinhos que a vida te presenteia;

tente repeti-los mais vezes;

faça tudo que estiver ao seu alcance;

não sofra por aquilo que não depende de você…


E, finalmente:

Afaste-se dessa gente, que tenta dar forças àquela mão que te visita!


Tenho tentado me afastar dessas pessoas que só veem o pior, que vendem barato a desesperança e, não tendo coisas boas para falar, pregam o apocalipse, repetindo frases de efeito, na intenção de minar o meu otimismo.


Tenho tentado, mas eles são renitentes!

Chegam a me ligar para saber como eu estou e, após eu falar que tá tudo bem, lá vêm eles com aquela conversa "motivadora" de que "a coisa tá feia", "onde nós vamos parar?", "E o governo?", "e esse calor?"…


Escute meu conselho, afaste-se dessas ideias derrotistas, não permita que alimentem esse momento tão difícil que cada um vive intimamente; só assim, aquela mão da madrugada não vai virar um monstro incontrolável.



Busque o caminho do meio, faça tudo que estiver ao seu alcance, que vai dar certo!


"A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo."


Sou só eu ou aí também tem acontecido estas coisas estranhas?


Rogério Alves.


Será um prazer fazermos contato!

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